Entusiasmo e vontade de vencer

Entusiasmo e vontade de vencer

A SMART VISION nunca tinha participado em estudos ligados a ambientes de trabalho, tinha era recebido algumas distinções em prémios ligados ao desempenho financeiro. Nesta estreia, sendo vencedora na categoria de micro empresas, no «Prémio Excelência no Trabalho», o diretor geral, Sérgio Chéu reconhece uma enorme importância, destacando o impacto que tem em termos de «reconhecimento do mercado». Ou seja: «É importante para a marca e é importante para mim enquanto timoneiro. Mas é certamente um prémio de e para todos os colaboradores, por eles serem os melhores do mundo.»

Em termos de política de recursos humanos, o responsável destaca o ADN da SMART VISION, que explica desta forma: «Desde que assumi as funções de direção geral da empresa que assentámos como ponto basilar da nossa atividade e de posicionamento de mercado uma relação privilegiada com os clientes. Todos os clientes são diferentes e por isso devemos-lhes o respeito por essa diferença, trabalhando com a precisão de um relojoeiro, adaptando as metodologias a essa especificidade individualizante; simultaneamente, todos os clientes são iguais, na medida da exigência de um rigor e de um profissionalismo máximo transversal a todos eles. Ora, isso tem-nos dado um reconhecimento de mercado inigualável, e esse reconhecimento é sentido pelos nossos colaboradores.

Mais, sempre entendi que numa empresa, sobretudo de serviços, e tentando fugir aos lugares comuns, as pessoas são mesmo aquilo que faz a diferença. Por isso, preocupamo-nos em dar-lhes as melhores condições de trabalho, tratá-las com humanismo, percebendo as suas dificuldades e potenciando as suas virtudes. Julgo que as pessoas reconhecem esse posicionamento e que lhe dão o devido valor, sentindo que o grupo de trabalho está sempre à frente de tudo e que a Direção é um verdadeiro escudo nas adversidades, que as defende intransigentemente.»

Sérgio Chéu acredita que «a principal justificação para a distinção obtida fica dada – um ambiente solidário, de aposta nas pessoas, e um correto posicionamento com os clientes, nunca estando satisfeitos com o sucesso atingido». Quando desafiado a referir o que é mais valorizado pelos colaboradores, o responsável adverte que ao falar-se de pessoas fala-se de «diferentes estilos de vida, anseios, expectativas, carreiras e remunerações; estamos a olhar para a realidade profissional mais diversa que existe, o que torna a uniformização de políticas internas de governança e de gestão de recursos humanos muito complexa».

E mais, «as motivações e as expectativas de cada pessoa são dinâmicas, o que faz com que aquilo que hoje é determinante amanhã já possa não ser tão relevante e, quiçá, vice-versa». Assim, na SMART VISION «o esforço vai para a tentativa de se ir percebendo as características de cada colaborador e o dinamismo dessas consagrações de
personalidade, de modo a que a empresa esteja sempre o mais perto possível das políticas que geram entusiasmo, bem-estar e vontade de vencer.

As empresas de Excelência

As empresas de Excelência

O “Prémio Excelência no Trabalho” é um estudo conduzido pela Heidrick & Struggles, que apura o desenvolvimento do capital humano e o clima organizacional em Portugal. Descubra as equipas mais satisfeitas e como os líderes geriram os seus colaboradores em 2013.

Conseguir que, apesar dos tempos mais difíceis que vivemos, os nossos colaboradores se sintam bem nesta casa, que sintam orgulho em envergar esta camisola e que queiram, de mãos dadas, a superação institucional, é por demais gratificante. Consequente se torna que a instituição continue com os seus valores bem blindados: tratamento de excepção a todos os nossos clientes, um enorme respeito pelo colaborador e pelo esforço desempenhado, um musculado reconhecimento do mercado e, no fim do dia, uma seriedade e um profissionalismo a toda a prova, serão elementos determinantes para o enorme orgulho que todos os colaboradores da SMART VISION têm de pertencer a esta família.

Acrescem outras medidas específicas de bem-estar social interno que a empresa teima em promover, tais como a liberdade de os colaboradores desenvolverem o trabalho de back office a partir de casa (desenvolvimento da teoria de máxima liberdade, máxima responsabilidade), a concessão do dia de aniversário e de alguns dias nas quadras festivas e nalgumas “pontes”, para além dos dias normais de férias, acrescendo, ainda, outras facilidades de que são exemplo a utilização de equipamentos da empresa para fins pessoais como os equipamentos móveis e de internet.

Não obstante, os factores que considero mais importantes terão que ver com o reconhecimento por parte dos colaboradores do esforço contínuo que a gestão de topo faz no sentido de respeitar, acima de tudo, os seus compromissos, de priorizar as pessoas em função de tudo o de mais, de manter as melhores condições de trabalho e de realização pessoal e de manter imaculada uma imagem que julgamos ser de enorme prestígio e de um incomensurável reconhecimento por parte dos nossos clientes. Esperamos que os anos vindouros nos tragam tantas vitórias como as que temos alcançado até aqui.

Sérgio Chéu

SMART VISION ganha Prémio Excelência no Trabalho 2014

SMART VISION ganha Prémio Excelência no Trabalho 2014

A SMART VISION – Assessores e Auditores Estratégicos, Lda., foi distinguida pelo Diário Económico com o Prémio Excelência no Trabalho 2014

A SMART VISION – Assessores e Auditores Estratégicos, Lda., é uma empresa prestadora de serviços especializada no sector público, que tem vindo a tornar-se num parceiro privilegiado na implementação de soluções maximizadoras de boas práticas nas organizações públicas, onde as câmaras municipais se assumem como principais “stakeholders”.

Com sede em Aveiro, a SMART VISION acaba de ser distinguida pelo Diário Económico com o Prémio Excelência no Trabalho 2014 no seu sector de actividade. Sérgio Chéu, director-geral da SMART VISION, disse ao Diário de Aveiro que “esta não é a primeira vez que a SMART VISION é distinguida, visto que é PME Líder e PME Excelência, entre outros reconhecimentos, dos quais sobressai ainda o facto de ser uma entidade formadora acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho”. Este prémio tem um sabor especial pela altura em que é atribuído.

O prémio agora atribuído é também o reflexo de uma posição muito robusta que a SmartVision tem vindo a construir no mercado

No entendimento do responsável, “quando falamos de um momento em que o mercado está apto para as empresas que querem dinamizar-se em termos financeiros, será mais fácil, pois há mais recursos financeiros e materiais, e assim será mais fácil motivar as pessoas no sentido de promoverem as suas capacitações e ajudar à promoção da instituição”. A verdade é que, no momento actual, “é necessário realizar a diminuição dos recursos financeiros e materiais e isso afecta os recursos humanos, tornando mais difícil que as pessoas se sintam motivadas e produzam aquilo que as empresas esperam delas”. O prémio agora atribuído é também o reflexo de uma posição muito robusta que a SMART VISION tem vindo a construir no mercado.

“Somos uma empresa de consultoria com mais de 400 projectos em mais de 130 câmaras”, acrescentando o responsável que, “embora haja essa estabilização no mercado, nós não passamos incólumes por essa crise”. “Houve essa redução do espectro”, confirma Sérgio Chéu, analisando que foi necessário realizar “essa gestão mais ajustada aos tempos que correm e que afectam todos os funcionários, desde o patrão ao estagiário, e também a forma como a empresa se dinamiza, em termos da prossecução de projectos”. Para o responsável, o que importa destacar é que “conseguimos fazer com que as pessoas verificassem a notoriedade da nossa empresa e que ela cumpre integralmente todas as suas obrigações com toda a gente”.

A SMART VISION garante que a distinção que obteve visa premiar a sua grande “preocupação em defender as pessoas e defender os seus postos de trabalho e demonstra, na medida do possível, nesta fase, que a empresa continua a promover políticas que visam o bem-estar das pessoas e a sua consolidação

Lei dos compromissos e pagamentos

Lei dos compromissos e pagamentos

No entanto discordamos que mecanismo que se centre demasiado no “método”, no “como”, definindo regras demasiado restritivas, generalizadas a todos os subsetores do estado, sabendo de antemão que os comportamentos e volatilidade da receita e rigidez de despesa de alguns tipos de organismos não são compatíveis com controlos de curto prazo, neste caso “muito curto prazo”, ao mês! Somos de opinião que seria de aplicação mais fácil, por exemplo com a fixação de indicadores de resultados, com períodos mais razoáveis de ação. Reforçar as penalizações de incumprimento, isso sim aprimoraria e vincularia os decisores ao cuidado do controlo sistemático.

Implicações na atividade do subsetor local
No caso específico da administração local sempre entendemos que a sua implementação dependeria de um “saneamento” das dívidas das autarquias para que pudessem começar de um ponto de partida semelhante, pelo que notamos que o Programa de Assistência á Economia Local (PAEL), apesar de ainda relativamente desconhecida a sua operacionalização será determinante para que possa avançar no sentido de um controlo futuro mais equitativo entre as entidades. Implicações na atividade do subsetor local Dado que se trata de um sistema de controlo e visão de curto prazo, irá “espartilhar” as decisões também numa lógica do momento.

Os organismos dos subsetores da administração do estado, são “grandes empresas” que gerem dezenas de “negócios” que correspondem às suas competências atuais, algumas tão sensíveis como a educação e abastecimento público, que não se podem “conter” numa gestão “mensualizada”. Somos da opinião que a eficiência das decisões e a sustentabilidade dos “negócios” são imprescindíveis mas com o planeamento de mais longo prazo e decisões mais sustentadas e duradouras.

Autonomia e responsabilidades dos órgãos da administração local
Este diploma veio entrar em rota de colisão com algumas competências e outros códigos que já em vigor, nomeadamente no que se refere à capacidade de decisão em matéria de contratação e gestão de tesouraria. Desde logo os documentos previsionais aprovados pelos órgãos competentes com as opções estratégicas para o ano e quatro anos seguintes, começam a ser “figurativos” na medida em que o que dita a estratégia é a existência ou não de fundos disponíveis.

No caso por exemplo das autarquias a Assembleia Municipal passa a ter competência para autorizar previamente a assunção de compromissos plurianuais, independentemente da materialidade do valor, ainda que que não consubstanciem investimentos ou atividades relevante, apenas despesas de funcionamento regular da autarquia, terá que ser autorizada previamente por um órgão, cujo reúne ordinariamente em média 4 vezes por ano. Curiosamente na ausência de fundos disponíveis assumir os compromissos de despesa decorrentes de uma sessão de um Órgão Deliberativo, o mesmo órgão poderia em absurdo ficar impedido de exercer as suas competências.

Ressaltamos o facto de os dirigentes, gestores ou responsáveis pela contabilidade passarem a ser os “freios” dos atos dos decisores políticos, o que levará naturalmente a uma tensão entre ambas as partes e passem também a incorrer ambas em responsabilidade civil e criminal se assumirem compromissos em violação do disposto na lei.

A aposta na relação com os clientes

A aposta na relação com os clientes

O lema da SMART VISION,  empresa de consultoria e auditoria estratégica focalizada e especializada no sector público, assenta numa relação especial com o cliente. A empresa sediada em Aveiro – e que acaba de ser distinguida com o primeiro lugar na categoria de micro empresas – nasceu de um IPO dentro da Pricewaterhousecoopers e pauta a sua actividade pela assumpção formal de valores como o rigor, o profissionalismo, a idoneidade, a competência e a imparcialidade. Sérgio Chéu, director geral da SMART VISION diz que “este prémio é particularmente importante numa altura em que as empresas se deparam com sérias dificuldades e, por via dessas dificuldades se viram obrigadas a cortar nas regalias dadas aos seus funcionários, mas ainda assim são vistas como bons sítios para se trabalhar”.

Com sete funcionários, a SMART VISION, por via dessa mesma crise económica e financeira cortou nas regalias dadas aos funcionários. A empresa viu-se obrigada a cortar no seguro de saúde dos colaboradores, não dá aumentos salariais e até os prémios de produtividade aguardam por melhores dias.

Para trás ficaram também iniciativas como as reuniões gerais de empresas, as festas de Natal,ou as saídas de dois dias marcadas para falar da empresa, mas sobretudo para descontrair e para “estarmos juntos”. Mas Sérgio Chéu frisa: “é uma medida que chega a todos”. À parte isso, Sérgio Chéu diz que “a empresa tem especial preocupação com a vida pessoal das pessoas e que o nosso lema é máxima autonomia, máxima responsabilização”. Um lema que, de resto, era quase obrigatório se pensarmos que a SMART VISION tem os seus colaboradores espalhados de Norte a Sul do país.

De resto, acrescenta: “todos na empresa sabem de quanto é a facturação e quais são os lucros e sabem- porque isso é essencial para a SMART VISION – que existe seriedade, e que todos os compromissos são cumpridos ao minuto, e que no dia 28 de cada mês lá está o pagamento de salários a todos os funcionários”. Mas como consegue uma empresa que tem o Estado como principal cliente- a empresa realizou 300 projectos para o sector público, tendo 130 câmaras municipais como clientester as contas em ordem?

Sérgio Chéu sorri perante a pergunta e dá a resposta de imediato:”em 2012, o Estado pagava a um ano, em 2013 melhorou um pouco, mas ter as contas em ordem consegue-se com base numa gestão sem ser extravagante”. O director geral da empresa de consultadoria acrescenta mesmo que “o facto de trabalharmos muito para o sector público coloca-nos hoje numa posição cimeira e de destaque no panorama concorrencial em que nos inserimos”.

Com uma facturação na ordem de um milhão de euros, a SMART VISION começou agora o seu processo de internacionalização ao deslocar-se para Moçambique. E a expectativa não podia ser melhor: “temos em mãos dois projectos para a administração central moçambicana e um dos projectos, que é para começar este ano, ascende à melhor facturação de sempre da SMART VISION”. A par da SMART VISION, tida como empresa-mãe, o grupo criou ainda mais três sociedades, um especializada em recursos humanos, outra especializada no mercado privado e uma nova que se dedica a investimentos imobiliários. Uma área em que Sérgio Chéu, acredita que “há agora muitas oportunidades”.

Prémios Excelência No Trabalho 2015

Prémios Excelência No Trabalho 2015

O Tivoli Lisboa foi ontem palco da entrega dos Prémios Excelência no Trabalho 2014, uma iniciativa da Heidrick & Struggles (em parceria com o INDEG-ISCTE, Económico e HR Portugal) que premeia as melhores práticas de gestão de recursos humanos nas empresas. O evento, que distinguiu 40 empresas, contou com mais de 100 gestores e líderes empresariais. O premiado ‘chef’ José Avillez foi o convidado de excelência do encontro no qual partilhou as suas melhores práticas na gestão de equipas.

A 5ª edição dos Prémios Excelência no Trabalho (PET) contou com a participação de 200 empresas, o que equivale a um universo de 28.743 colaboradores.
● As empresas de média dimensão lideraram as candidaturas aos prémios, com uma participação de 39%, seguidas pelas mais pequenas (34%).
● As grandes empresas foram responsáveis por 19% dos projectos concorrentes – os restantes 8% às organizações com mais de mil colaboradores.